Fiquei ansioso na manha do dia seguinte que havia deixado a carta em sua casa. Perguntava-me se ela teria lido, teria simplesmente ignorado, ou não a teria visto. Meus pensamentos voavam durante a aula de ciências, e a única coisa em que eu conseguia pensar era o que ela estaria pensando ao ler a carta que escrevi. Minha inquietude superou meu senso de realidade, e, então, mais uma vez me vi dirigindo-me a casa branca de vigas altas. Dirigi-me diretamente para o muro. Não sabia se ficaria mais apreensivo se não encontrasse mais a carta, ou se a encontrasse no mesmo lugar em que eu havia deixado. Apressei-me discretamente para não parecer suspeito aos outros pedestres da rua e dirigi-me ao pequeno muro. Fiquei imóvel, a carta não estava mais ali. Então milhões de perguntas começaram a surgir em minha cabeça e fui lentamente me afastando da casa em um misto de terror e esperança. O que teria ela pensado ao ler minha carta? Será que ela gostaria de me conhecer? Será quer ela realmente leu a carta, ou alguém a pegou e simplesmente a descartou? Ou pior, a leu?
Agora eu não mais caminhava pela rua, mas sim corria, fugindo de um inimigo invisível que podia muito bem estragar meus planos amorosos. Cheguei a casa e Oliver estava só na sala de jantar, relia o mesmo livro velho e vermelho que eu conhecia desde a infância, porém, desta vez, lia-o escondido, pois minha mãe o proibira. Não ousei em fazer nenhuma feição que exprimisse alguma repressão de minha parte, pois eu também estava fazia o que mamãe disse para eu não fazer: mais uma vez eu chegava atrasado para o jantar. Fiquei esperando o olhar repressivo de minha mãe ou até de meu pai, mas ele não veio. Oliver estava só em casa – o que achei extremamente estranho-. Segundo Oliver, meus pais haviam viajado a negócios, algo que havia se tornado cada vez mais freqüente por alguma razão que eu desconhecia. Não havia nenhum empregado em casa, eles haviam simplesmente desaparecido junto com meus pais. Meu irmão percebeu os pensamentos que decorriam em minha cabeça e preocupou-se. Tentou acalmar-me e disse que todos estariam de volta pela manhã, porém eu sabia que algo ali estava errado. Sentei-me na poltrona e descansei minha cabeça em seu encosto, ainda pensando na carta e seus possíveis destinos. Levantei-me então para ligar a televisão. Oliver levantou e parou na frente do objeto. Ele proibiu que eu a ligasse. Emburrei-me e perguntei o porquê de tal proibição, ele então gaguejou e simplesmente disse que haviam sido ordens da mamãe. Nunca havia visto meu irmão tão apavorado, aparentemente ele tentava me proteger de algo que provavelmente estaria na televisão. Olhei para ele curioso e ainda um tanto bravo, ele não se mexeu.
- Desculpe Tom, mas a mamãe pediu que não você não assistisse à televisão, e nós devemos respeitá-la.
- Tudo bem, mas então você também deve parar de ler esse seu livro velho, pois eu ouvi mamãe proibindo você de lê-lo.
- Ora, nós não estamos em nenhum tipo de negociação aqui irmãozinho, eu disse sem televisão, você fica sem televisão. Você já tem sorte de eu não questionar por que você anda chegando atrasado para o jantar. Sem televisão é sem televisão, e ponto.
Enfureci-me. Oliver estava tentando ser uma mescla de meu pai e de minha mãe que o tornava insuportável. Deite-me um pouco em minha cama e voltei minha atenção a dar murros no travesseiro. Aparentemente meu irmão ouviu meus grunhidos incessantes de raiva e bateu em minha porta, não perguntou como eu estava apenas disse que o jantar estava pronto. Nunca havia visto Oliver cozinhar, ou melhor, nunca havia visto um menino cozinhar, Stephan me ensinara que tal dote servia apenas para mulheres, e começava eu, então, a desconfiar que algo muito grave acontecia em minha família. A comida de Oliver não estava muito boa, mas não ousei questionar, pois percebi que se sentia triste, ou até humilhado de ter que se submeter ao que, se outras pessoas soubessem, seria motivo de escárnio. Ele estava preocupado, aparentemente não apenas comigo ou com a comida, mas com algo muito mais grave que eu sabia que não deveria perguntar. Após reorganizar a louça e a mesa, fui me deitar. Coloquei meu pijama azul e sentei-me na cama. O quarto de Oliver era ao lado do meu. Ouvi então que ele subia as escadas e então fechara a porta. O som deste movimento foi abafado por gritos quase mudos que meu irmão soltava. Não sabia se ele chorava, mas algo na voz de Oliver soava como pura angústia e dúvida. Percebi então que não pensava mais na carta ou na menina loura, mas sim no fato de que algo profundo acontecia, e eu era o único que não sabia de nada.
domingo, 14 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Twincest? PQP!
Hoje, graças ao Thiago - valeu Thiago- descobri uma coisa que realmente acrescentou muito na minha cultura, algo chamado Twincest; Pra quem nao sabe que merda é essa, e sim que merda é essa, é simples, apenas dividas as palavras, vc terá twin e incest, ou seja, incesto entre irmãos. Porém, pior que isso, é que são irmãos do mesmo sexo. Não, ainda pior que isso, há pessoas que amam o chamado twincest, pq aparentemente isso eh tipo uma modinha meio otaku -malditos animes!-. E então, após ver um video de twincest para sacear minha curiosidade sobre o que o Thiago havia exposto, depareime com fotos montadas por fãs de tal coisa com diálogos tipo :
-I'm scared Tom, I've never donne this before;
-SSShhh, everything is gonna be ok, i'm not gonna hurt you, i'll be gentle, i promesse
-I love you tom
-I love you too MY LITTLE BROTHER!!
PQP MEU!
e as imagens iam acompanhando o diálogo; Fiquei tão abismada que não sabia o que pensar e essa imagem que vi há cerca de 6 hras atras ainda não saiu de minha cabeça e fica me perseguindo. Minha pergunta é: onde é que vamos parar se uma coisa como o twincest é vista como normal e até aplaudida por fãs doentios? Até onde chega os fetiches malucos da raça humana? Gente, twincest, essa foi foda :/ nem consegui escrever direito devido a imensa indgnação que eu to agora, mas só deixo a dica pra filosofarem o quão ralado tah o mundo, pra nao dizer outra coisa....Seria isso pra chamar a atenção? É falta do que fazer? Ou pura perda do pudor sexual? Ou sérios probelmas psicológicos na juventude atual? Bah sei lá, nao sei nem o que dizer sobre essa merda, só que: Valeu Thiago, agora terei pesadelos!
-I'm scared Tom, I've never donne this before;
-SSShhh, everything is gonna be ok, i'm not gonna hurt you, i'll be gentle, i promesse
-I love you tom
-I love you too MY LITTLE BROTHER!!
PQP MEU!
e as imagens iam acompanhando o diálogo; Fiquei tão abismada que não sabia o que pensar e essa imagem que vi há cerca de 6 hras atras ainda não saiu de minha cabeça e fica me perseguindo. Minha pergunta é: onde é que vamos parar se uma coisa como o twincest é vista como normal e até aplaudida por fãs doentios? Até onde chega os fetiches malucos da raça humana? Gente, twincest, essa foi foda :/ nem consegui escrever direito devido a imensa indgnação que eu to agora, mas só deixo a dica pra filosofarem o quão ralado tah o mundo, pra nao dizer outra coisa....Seria isso pra chamar a atenção? É falta do que fazer? Ou pura perda do pudor sexual? Ou sérios probelmas psicológicos na juventude atual? Bah sei lá, nao sei nem o que dizer sobre essa merda, só que: Valeu Thiago, agora terei pesadelos!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Capitulo I
Era mais um dia comum e ofuscado na capital. Era eu o garoto ingênuo de cabelos lisos e louros que brincava com meus carrinhos de madeira. Observava meu irmão. Sonhava ser como ele, tão estudioso, concentrado, e, de acordo com meu pai, filho exemplar. Perdia-se lendo um livro velho sobre algo que clamava que não entenderia, e, mesmo após dias de insistências minhas, Oliver continuava a se recusar a me explicar o conteúdo do livro vermelho. Expressava um ar de concentração e concordância com que o livro dizia. Porém, o que mais me deixava curioso não era o conteúdo de tal livro, e sim o significado do símbolo central de sua capa. Tratava-se de um símbolo preto e retorcido que, tanto minha mãe quanto meu irmão, torciam os lábios quando perguntava sobre o que se tratava.Voltei a brincar com meu carrinho, havia perdido uma das rodas, mas fazia parte das batalhas que travava no jardim repleto de pedras. O curso de meu carro foi interrompido por meu pai, que trazia uma grande caixa de madeira dentro do carro. Olhei para meu irmão e percebi que estava tão curioso e tão surpreso quanto eu. Levamos a grande caixa, então, para a sala, onde abrimos e averiguamos do que se tratava. Pois era outra caixa dentro da caixa. Uma caixa de madeira e vidro com diversos botões imbutidos.
-O que é isso?- perguntei eu.
- Ora Thomas, é uma televisão.- disse Oliver com um tom encantado enquanto meu pai arfava em um tom glorioso.
- É a mais nova invenção desse século, meu filho. Através dela conseguimos ver pessoas que estão em outros lugares.
Ri. Como era possível que aquela caixa, aparentemente simples, mostrasse pessoas que estavam em outros lugares? Pois sabia eu que não existia magicas para transportar ou diminuir pessoas. Fiquei curioso, pedi a meu pai que ligasse o objeto, então ele precionou o botão preto e fez-se a luz.
Meu pai tinha razão. Vi uma moça, que, apesar de apresentar-se em tons acinzentados, seus cabelos eram loiros como os meus e seus olhos castanhos. Falava de amores para outro moço que aparecia na tela da caixa ao mesmo tempo em que ela. Fiquei abismado com aquilo e me pus a pressupor mil teorias de como funcionava aquela caixa. Oliver percebeu meu espanto e pôs-se a explicar os livros e artigos que ele havia lido sobre a tal Televisão. Ele dizia algo de ondas e antenas ou sinais, mais não prestei atenção, fixava-me nos cabelos louros e olhos castanhos da moça dentro da caixa. Assistimos à televisão por algum tempo, até que meus olhos ficaram cansados e fui para cama. Era eu, então, apenas um garoto curiosíssimo que já formava teorias mil sobre o que se passava dentro da caixa.
Algumas semanas se passaram e a caixa não era mais novidade. Alguns de meus amigos também as tinham, e os debates sobre as caixas viraram rotineiros. Apesar de não se tratar mais de inovações, ainda gostava de espiar na caixa se não havia moças loiras de olhos escuros por ali.
Passava-se o tempo e procurava eu sempre as mesmas moças loiras de olhos escuros na tela da televisão.
Passava os jardins a fitar nossas vizinhas para verificar se alguma delas se encaixava no padrão de belo que havia criado. Havia muitas loiras e muitas outras de olhos escuros, mas até ali não havia achado uma moça que contivesse essas duas características. Parei de brincar com os carrinhos e comecei a estudar, ainda procurando as moças como a que vi na caixa. A escola era composta apenas por meninos, que também sonhavam com moças, não somente as louras de olhos escuros, como eu sonhava, mas qualquer moça.
Não era raro a turma de meninos se reunir para tentar escapar do diretor para ver a escola de freiras no outro quarteirão. Certaa vez, ao driblar a sala do diretor abaixados e cobertos de tampas de lata de lixo, Stephan e eu conseguimos chegar ao colégio do outro quarteirão. Paramos a observar as poucas moçinhas que faziam a lição no pátio. Detive-me em uma, e apenas ela. Teria mais ou menos minha idade, estatura média, usava o uniforme azul, mas mais importante: era loura, loura e de olhos castanhos.
Vibrei e Stephan percebeu. Perguntei-lhe o nome da menina, e ele, assim como eu, não fazia idéia nem de seu nome, nem de como encontrá-la. Pois fiz de tudo, até que um dia, discretamente a segui até sua casa. Uma casa branca de vigas altas, parecida com a minha. Voltei pra casa lentamente, banhado pela esperança de encontrá-la algum dia.
Já era noite e minha mãe me esperava na porta. Meu pai bufafa de raiva enquanto minha mãe me apertava contra seu peito sobre o olhar repressivo de Oliver. Não me importava as bufadas de pai, os olhares de irmão ou os apertos de mãe, me importava os cabelos louros e os olhos castanhos da menina que morava a cinco quarteirões de minha casa.
Passei aquela noite inteira pensando em como contatá-la, como fazer com que ela soubesse de minha existência, estando enfurnada no colégio de freiras. Pois então decidi, escreveria uma carta e deixaria no muro que avistei perto da janela de seu quarto.
-O que é isso?- perguntei eu.
- Ora Thomas, é uma televisão.- disse Oliver com um tom encantado enquanto meu pai arfava em um tom glorioso.
- É a mais nova invenção desse século, meu filho. Através dela conseguimos ver pessoas que estão em outros lugares.
Ri. Como era possível que aquela caixa, aparentemente simples, mostrasse pessoas que estavam em outros lugares? Pois sabia eu que não existia magicas para transportar ou diminuir pessoas. Fiquei curioso, pedi a meu pai que ligasse o objeto, então ele precionou o botão preto e fez-se a luz.
Meu pai tinha razão. Vi uma moça, que, apesar de apresentar-se em tons acinzentados, seus cabelos eram loiros como os meus e seus olhos castanhos. Falava de amores para outro moço que aparecia na tela da caixa ao mesmo tempo em que ela. Fiquei abismado com aquilo e me pus a pressupor mil teorias de como funcionava aquela caixa. Oliver percebeu meu espanto e pôs-se a explicar os livros e artigos que ele havia lido sobre a tal Televisão. Ele dizia algo de ondas e antenas ou sinais, mais não prestei atenção, fixava-me nos cabelos louros e olhos castanhos da moça dentro da caixa. Assistimos à televisão por algum tempo, até que meus olhos ficaram cansados e fui para cama. Era eu, então, apenas um garoto curiosíssimo que já formava teorias mil sobre o que se passava dentro da caixa.
Algumas semanas se passaram e a caixa não era mais novidade. Alguns de meus amigos também as tinham, e os debates sobre as caixas viraram rotineiros. Apesar de não se tratar mais de inovações, ainda gostava de espiar na caixa se não havia moças loiras de olhos escuros por ali.
Passava-se o tempo e procurava eu sempre as mesmas moças loiras de olhos escuros na tela da televisão.
Passava os jardins a fitar nossas vizinhas para verificar se alguma delas se encaixava no padrão de belo que havia criado. Havia muitas loiras e muitas outras de olhos escuros, mas até ali não havia achado uma moça que contivesse essas duas características. Parei de brincar com os carrinhos e comecei a estudar, ainda procurando as moças como a que vi na caixa. A escola era composta apenas por meninos, que também sonhavam com moças, não somente as louras de olhos escuros, como eu sonhava, mas qualquer moça.
Não era raro a turma de meninos se reunir para tentar escapar do diretor para ver a escola de freiras no outro quarteirão. Certaa vez, ao driblar a sala do diretor abaixados e cobertos de tampas de lata de lixo, Stephan e eu conseguimos chegar ao colégio do outro quarteirão. Paramos a observar as poucas moçinhas que faziam a lição no pátio. Detive-me em uma, e apenas ela. Teria mais ou menos minha idade, estatura média, usava o uniforme azul, mas mais importante: era loura, loura e de olhos castanhos.
Vibrei e Stephan percebeu. Perguntei-lhe o nome da menina, e ele, assim como eu, não fazia idéia nem de seu nome, nem de como encontrá-la. Pois fiz de tudo, até que um dia, discretamente a segui até sua casa. Uma casa branca de vigas altas, parecida com a minha. Voltei pra casa lentamente, banhado pela esperança de encontrá-la algum dia.
Já era noite e minha mãe me esperava na porta. Meu pai bufafa de raiva enquanto minha mãe me apertava contra seu peito sobre o olhar repressivo de Oliver. Não me importava as bufadas de pai, os olhares de irmão ou os apertos de mãe, me importava os cabelos louros e os olhos castanhos da menina que morava a cinco quarteirões de minha casa.
Passei aquela noite inteira pensando em como contatá-la, como fazer com que ela soubesse de minha existência, estando enfurnada no colégio de freiras. Pois então decidi, escreveria uma carta e deixaria no muro que avistei perto da janela de seu quarto.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
zeit...
Bom, no momento não tempo para escrever meus super textos, então resolvi colocars algumas imagens legais que achei na net = D
É assim que as frutas se sentem toda vez que vc as come, ou toda vez que tem um novo episódeo da Laranja irritante =D
Assim, estudamos a embriologia dos Ipods, com a fecundação dos elementos, modernos ou antigos, surge então, o ipod
E aqui, simplesmente descobrimos a identidade do verdadeiro spider-man... um agente russo que senta de pernas cruzadas ^ ^
É assim que as frutas se sentem toda vez que vc as come, ou toda vez que tem um novo episódeo da Laranja irritante =D
Assim, estudamos a embriologia dos Ipods, com a fecundação dos elementos, modernos ou antigos, surge então, o ipod
E aqui, simplesmente descobrimos a identidade do verdadeiro spider-man... um agente russo que senta de pernas cruzadas ^ ^
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Pensando com Nietzsche
"Quando se coloca o centro de gravidade da vida não na vida mas no "além" - no nada -, tira-se da vida o seu centro de gravidade" Friedrich NietzscheFaço essa citação do filósofo alemão Nietzsche pois ela me remete a um pensamento q tenho que muitas vezes acho polêmico. A fé é um dom que somente algumas pessoas tem, e assim como o filosofo alemão, encontro-me cética diante de alguns assuntos, principalmente os religiosos. Nietzsche criticava o budismo e o cristianismo, porém, não criticarei eu aquilo que desconheço, mas o que vejo. Creio que muitas vezes desprezamos as belezas da vida por esperar por uma mais bela em algum outro lugar, no entanto, não há certezas de que existe outro plano em que possamos viver sem ser o atual. Pois muitas vezes vejo pessoas devotando vidas inteiras a um deus que pode ou não existir, mas ora, cada qual escolhe o caminho de sua vida. Entretanto, não é raro algumas pessoas esquecerem de viver suas próprias vidas, voltando-se para o que os pode esperar em algum outro lugar e deixando de aproveitar as belezas do agora. Por diversas vezes vi pessoas doando tudo o que tinham para satisfazer as ordens da igreja com ituito de ser perdoado ou receber a salvação. Quando me deparo com isso sempre penso que estamos trocando o certo pelo incerto esperansoso. Esperança obtusa que nos cega e nos impede de aproveitar o agora ? Por isso creio que a vida deve ser aproveitada o agora, não trocar essa coisa bela que temos em nossas mãos por algo que poderemos ou nao ter no futuro.
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